CLUBES DO MUNDO - POR ALEXANDRE SAMPEDRO

Quero ser Grande
12/01

Muitos clubes surgem no cenário de seu país como uma força emergente, mas tem sérios problemas para manter-se neste processo evolutivo. Porém, este não parece ser o caso do Sevilla, que conseguiu, após surgir como potência em 2006, elevar seu nível e passar a figurar entre as grandes forças nacionais e até mesmo continentais. 2007 foi, sem dúvida, o ano do Sevilla.

A Fundação
Como em grande parte dos clubes de origem no início do século passado, o Sevilla tem sua fundação ligada aos Ingleses. Um grupo de amigos, que haviam estudado na Inglaterra e haviam sido apresentados ao esporte em terras britânicas, reuniam-se para jogar futebol perto de uma fábrica de vidro. Juntos, eles decidiram formar o Sevilla Foot-ball Club e oficializaram a fundação em 14 de Outubro de 1905. José Luis Gallegos, um dos estudantes, foi apontado como primeiro presidente do clube.

Porém, não haviam outros clubes na Andaluzia e até mesmo na cidade de Sevilla. Assim, o clube era forçado a esperar navios ingleses aportarem na cidade para organizar partidas amistosas com suas tripulações. Dois anos depois, influenciados pela Sevilla FC, outros clubes foram formados na cidade, como o Sevilla Balompie (1907), Betis FC, Recreativo de Sevilla e Espanyol de Sevilla (1909). Mais clubes foram fundados nos anos seguintes e competições começaram a ser disputadas na região, como a Copa de Sevilla e a Copa Andaluzia.

Primeiros anos
Em 1912, a primeira Copa de Sevilla foi disputada, com a vitória do Sevilla sobre seus rivais locais. Em 1914, o Sevilla enfrenta pela primeira vez o Betis, seu grande rival na Andaluzia. Na época, o Betis já passara a ostentar o título de Real, mas chamava-se Real Sociedad Betis Foot-ball Club, com a vitória do Sevilla por 3x0. A partida marcou a estréia de Spencer, atacante de apenas 16 anos de idade, que viria a ser um dos grandes nomes da história do clube, bem como um dos maiores talentos nascidos na Andaluzia, o primeiro da região a defender a seleção da Espanha.

Em 1915, o então presidente Paco Alba realiza alterações na direção do clube, formando-a basicamente por membros do Circulo Mercantil e Industrial de Sevilla. Também sob o comando de Paco Alba, é formada a Federação de Futebol da Andaluzia, chamada Federação Sul, para assim incluir as equipes de toda Andaluzia, Extremadura, Ilhas Canárias e as possessões espanholas no Norte da África. As medidas levam ao clube maiores possibilidades financeiras e uma maior experiência administrativa. Além disso, a Federação Sul organiza a Copa Andaluzia, com as equipes da região.

Em 1917, ao vencer a Copa Andaluzia, o Sevilla tem o direito de participar, pela primeira vez, da Copa do Rei. Nas quartas-de-final, o Sevilla enfrenta o Real Madrid do mítico Santiago Bernabéu, que anos depois daria seu nome ao estádio do clube. No primeiro jogo, o Sevilla é duramente goleado por 8x1, evidenciando ainda um grande distanciamento para os clubes centrais do país.

Jogando no pequeno campo Mercantil e sem qualquer possibilidade de ampliação, o Sevilla decide construir seu próprio estádio, o Campo de la Reina Victória, finalizado em 1918. Na inauguração, dois confrontos com o Real Madrid, com duas vitórias: 4x3 e 3x0. Spencer, Kinké e Brand formavam uma linha de ataque que ficou conhecida como "Linha do Medo".

Na Copa do Rei, comprova-se o favorecimento da federação para os clubes de Madrid, Barcelona e Bilbao, já que o Sevilla jamais disputava a competição em seu estádio, sob a alegação de que seria uma viagem muito longa. Assim, o Sevilla enfrentou o Bilbao pela semifinal em Madrid, e após uma vitória e um empate dos Rojiblancos, o Bilbao entrou com protesto, por conta de jogadores que já tinham atuado pelo Betis. O protesto foi aceito pela Federação Espanhola e o Sevilla perdeu a chance de disputar a final.

Em 1921, o presidente Paco Alba falece com apenas 31 anos, diante de uma seqüência de problemas de saúde. Apesar do grande sentimento de comoção, o Sevilla começa fazer sucesso em toda a Espanha e Portugal com suas viagens a Madrid, que repercutem em maior escala nos dois países graças a sua "Linha do Medo".

Com mais um conquista da Copa Andaluzia em 1922, a superioridade regional estava absolutamente clara. Apesar de sofrer mais uma goleada na Copa do Rei, desta vez frente ao Barcelona por 7x1, o clube decide ampliar e melhorar as instalações de seu estádio após receber 9 mil pessoas para o confronto com o clube catalão. A marca era significativa, já que as touradas reuniam a atenção da região e eclipsavam o futebol. Era preciso crescer.

Os amistosos internacionais eram de grande importância nas primeiras décadas do século passado, e o Sevilla passou a participar de diversos encontros para aumentar sua popularidade. Entre os adversários, o Sevilla enfrentou Porto, Nuremberg, Servette e o Vasas Budapeste.

Formação estrutural
Em 1923, assume a presidência do clube o intelectual Manuel Blasco Garzón, que havia sido deputado nas Cortes do Estado. Sua chegada é significativa porque, com ele, surge um símbolo do clube: Ramón Sanchez Pizjuan como secretário e seu braço-direito. Além disso, o clube passa a ter um médico próprio e um técnico, já que o capitão da equipe executava também a função de treinador. Também foi idéia de Blasco Garzón as concentrações antes das partidas, algo até então inédito na Espanha.
Queda de uma Lenda
Em 14 de março 1926, o Sevilla sofre um duro golpe: com apenas 28 anos, Spencer faleceu após uma má recuperação de uma cirurgia simples. No mesmo dia da morte de Spencer, o Sevilla enfrentava o Real Madrid pela Copa do Rei. No dia seguinte, os jogadores das duas equipes carregavam o caixão do lendário atacante em uma clara demonstração do prestígio de Spencer. No ano seguinte, Betis e Sevilla enfrentam-se pela Copa Spencer, vencida pelo Betis.

 

Início da Liga
Em 1928, a Federação Espanhola entrou em acordo com os clubes para a formação do Campeonato Espanhol. O Sevilla disputou a fase eliminatória, passando por Deportivo e Celta, mas acabou derrotado na final frente ao Racing Santander. Assim, o Sevilla disputaria a Segunda Divisão.

Em 1929, uma nova troca de estádio, desta vez para o Estadio Nervión. O novo presidente do clube, Juan Domingos Osborne, compra um novo terreno após a reurbanização de Sevilla. Dentro de campo, o Sevilla é campeão da Segunda Divisão, mas é novamente derrotado pelo Racing em play-off e permanece na segundona, onde ficou até 1935.

O fortalecimento
Em 1933, Ramón Sánchez Pizjuan é eleito presidente do clube e logo investe em contratações para fortalecer o elenco. Logo depois, em 1934, o Sevilla obtém a promoção para a Primeira Divisão e cede três jogadores para a Seleção que jogou a Copa do Mundo na Itália: Fede, Eizaguirre e Campanal, artilheiro da Segunda Divisão com 28 gols em 17 partidas.

Logo em sua primeira temporada na elite, o Sevilla finalizou em quinto lugar, com vinte gols de Campanal. Além da bela campanha na Liga, o Sevilla sagrou-se campeão da Copa do Rei, primeiro título da história do clube, superando na final o Sabadell, grande zebra do torneio, que eliminou Atlético e Real Madrid. Porém, na grande final, o Sevilla venceu por 3x0, com dois gols de Campanal.

Após o término da Guerra Civil, em 1939, o Sevilla venceu a Copa pela segunda vez, desta vez superando o Rácing Ferrol por 6x2, e na temporada seguinte, foi vice-campeão espanhol, apenas um ponto atrás do campeão Atletico Aviación. Em 1943, Ramon Sanchéz Pizjuán deixa o comando da equipe, após dez anos de um excelente trabalho, que fortaleceu os Rojiblancos e os consagrou com seus primeiros títulos. Ainda em 1943, um novo vice-campeonato, três pontos atrás do Bilbao e Ramón Sánchez Pizjuán volta para a presidência do clube.

Em 1946, o Sevilla chegou ao título do Campeonato Espanhol, superando o Barcelona na última rodada com um gol de Araujo. 1948 foi o ano da última conquista do Sevilla por um longo período, com sua terceira Copa do Rei, com uma vitória de 4x1 sobre o Celta de Vigo.

Em 1953, Sánchez Pizjuán causou grande impacto ao contratar o técnico Helenio Herrera, um dos melhores da Espanha. Helenio desenvolveu uma grande reformulação na estrutura do time, como medidas disciplinares, treinos físicos e táticos, além de dar grande ênfase à parte psicológica, cobrindo as paredes dos vestiários com frases como "Lute e vencerá" e "Porque você não pode ser o melhor?". Conquistar a Liga na época do Real Madrid de Puskas e Di Stefano, porém, era algo for a  alcance.

Anos de ostracismo
Pizjuán, com o grande sucesso obtido, passou a planejar o novo estádio do clube. No entanto, Pizjuán faleceu repentinamente em outubro de 1956, temporada em que o Sevilla chegou novamente ao vice-campeonato. Rámon de Carranza assumiu a presidência do clube e planejou uma excursão sul-americana. Helenio se recusou a viajar e foi demitido, bem como suspenso pela UEFA por 18 meses. Com a segunda colocação, o Sevilla participou pela primeira vez da Liga dos Campeões, alcançando as quartas-de-final.

Em 1958, o novo estádio do Sevilla é inaugurado, e recebe o nome de Ramón Sánchez Pizjuán, em homenagem ao responsável pela expansão e consolidação do clube no cenário nacional. Com seu falecimento, o clube passou a cair de rendimento, muito devido a má escolha dos técnicos. As boas campanhas deram lugar a temporadas discretas ou próximas do rebaixamento.

Ao fim da temporada 1967/68, o Sevilla finalizou o Espanhol em último lugar e voltou à Segunda depois de 31 anos. No entanto, os Rojiblancos foram campeões da divisão inferior e, logo na temporada seguinte, a de 1969/70, o clube finalizou o Campeonato Espanhol em terceiro lugar. Então, a instabilidade do clube fez-se notar nos anos 70. Rebaixamento em 1972 (temporada esta que marcou a morte de Pedro Berruezo, atacante do clube, dentro de campo), três temporadas na Segunda Divisão, subindo em 1975. Até o início da década de 90, o clube seguiria representando um modesto papel no Campeonato Espanhol.

Estrela Cadente
Em 1991, o Sevilla negociou terrenos anexos ao seu estádio e recebeu quantia financeira suficiente para desafogar as dívidas e contratar novos jogadores. De imediato, um jovem chileno chamado Ivan Zamorano foi contratado junto ao Saint Gallen. Na temporada seguinte, o ataque é reforçado com mais um jovem promissor: o croata Davor Suker. Ao final da temporada, o Sevilla converte-se em Sociedade Anônima de acordo com as novas leis desportivas.

Ivan Zamorano foi negociado com o Real Madrid por uma quantia considerável para a época, 1992, fortalecendo ainda mais as finanças. Com dinheiro em caixa, o Sevilla comete o maior erro de sua história. Então, o Sevilla passa a investir pesado em grandes nomes do futebol argentino, como o técnico Carlos Billardo, Diego Simeone e Diego Maradona. Após cumprir 18 meses de suspensão por uso de cocaína, Maradona chegou ao Sevilla após desligar-se do Napoli por 7,5 milhões de dólares.
Sua contratação foi um pedido de Billardo, que insistiu na chegada do problemático meia. Porém, toda a ilusão da torcida aos poucos tornou-se decepção. Com algumas boas partidas, Maradona foi convocado para a Seleção Argentina novamente. Poucos depois, foi novamente convocado para um amistoso contra a Dinamarca, mas os dirigentes não autorizaram sua viagem. Mesmo assim, Diego foi para sua terra natal e recebeu uma multa.

Seguidamente, suas relações com a diretoria e Billardo passam a enfraquecer. À época, Maradona sofria com uma lesão no tornozelo, que lhe rendia muitas dores. Porém, apesar de suas dores, o técnico Billardo pedia ao jogador que jogasse com infiltrações, aplicações de remédios contra a dor por uma injeção localizada. Assim, Maradona rendia muito abaixo do que podia, e passava a ser apenas uma sombra do grande craque que defendeu o Napoli. Pouco depois, protagonizou cenas de violência em uma partida contra o Cadiz que beiraram a total selvageria.

O episódio que decretou o total fracasso da temporada Rojiblanca teve lugar em uma partida contra o Burgos. Com muitas dores no intervalo, Maradona pede sua substituição. Billardo pede que Maradona siga jogando, e aplica três injeções de anti-inflamatório. Oito minutos depois do retorno, Billardo troca Maradona por Monchu, causando a ira do jogador, que insultou o técnico publicamente. Ao final da temporada, o sonho sevilhista de título saiu pela portas dos fundos.

Ao final da temporada 1996/1997, mais um rebaixamento. O Sevilla passou três temporadas da Segunda, retornou e foi imediatamente rebaixado. O Sevilla voltou à elite novamente em 01/02. O tradicinal clube da Andaluzia parecia fadado a ser mais uma equipe tradicional do futebol a perambular sem sucesso. Ao final desta temporada, porém, tudo começaria a mudar.

Cofres cheios
A temporada 2002/03 marca o renascimento do Sevilla com o início de um projeto ambicioso nas mãos de um novo presidente. José Maria del Nido, vice-presidente de Roberto Alés, assume o comando e recebe um clube em péssimas condições financeiras. Del Nido, famoso por sua habilidade no mundos dos negócios, comandou uma revolução no clube com uma gestão econômica e desportiva de acordo com suas ambições e as possibilidades do clube. Com uma agressiva política de marketing, Del Nido passa a apostar em jogadores jovens e de baixo custo, mas com um alto potencial.

Entre suas primeiras aquisições, estavam o desconhecido Daniel Alves, lateral do Bahia, e Julio Baptista, jogador do São Paulo sem grande perspectiva, além do uruguaio Darío Sílva. Além disso, Del Nido passou a valorizar as categorias de base do clube, que havia acabado de apresentar Jose Antonio Reyes e despertado interesse dos grandes clubes europeus.

As propostas de Real Madrid e Atlético Madrid eram seguidamente recusadas por Del Nido, que começou a construir assim uma reputação de grande negociador. O Arsenal acabou por contratar Reyes em 2003/04, por 25 milhões de euros. A saída do espanhol não foi sentida, já que Baptista acabou como um dos artilheiros da Liga, com 20 gols marcados, que garantiram aos Rojiblancos uma vaga na Copa Uefa da temporada seguinte. Joaquín Caparrós, técnico nas duas temporadas de Del Nido, deixa o clube para a chegada de outro nome fundamental: Juande Ramos.

A chegada de Ramos coincidiu com as vendas de mais dois jogadores, desta vez para o Real Madrid: Julio Baptista e Sergio Ramos, por, respectivamente, 24,5 e 27 milhões de euros. Del Nido alcançou uma de suas metas, sanar as dívidas do clube e investir em contratações e nas melhorias da infra-estrutura.

A Glória
Para a campanha de 2005/06, o Sevilla apresenta grandes reforços: Kanoutè, Maresca, Saviola, Escudé e Luís Fabiano. Com as contratações realizadas, o amadurecimento do elenco e a chegada de Juande Ramos, o Sevilla passou a lutar no primeiro escalão do futebol espanhol. A vaga na Liga dos Campeões escapou por apenas um ponto, já que os Rojiblancos empataram com o Osasuna em quarto lugar, mas acabou fora nos critérios de desempate.

Ao mesmo tempo em que brigava no Espanhol, o Sevilla avançava à final da Copa Uefa, onde enfrentaria o Middlesbrough. Com uma goleada por 4x0, o Sevilla conquistou o primeiro troféu internacional de sua história. Na trilha rumo ao título, os sevilhistas eliminaram Lokomotiv Moscou, Lille, Zenit e Schalke. A goleada em Eindhoven foi conquistada com gols de Luis Fabiano, Enzo Maresca duas vezes e Kanoute. Em agosto, o Sevilla enfrentou o Barcelona na final da Supercopa Européia e venceu por 3x0, com gols de Renato, Kanouté e Maresca. Com a clara superioridade dos comandados de Juande Ramos, a Europa abriu definitivamente os olhos para o Sevilla.

Para a temporada 2006/07, o desejo do clube era claro: uma vaga na Liga dos Campeões. Porém, o Sevilla foi muito além. Com a manutenção de sua base, os Rojiblancos lutaram até a última rodada pelo título do Campeonato Espanhol com Barcelona e Real Madrid.
Além disso, o clube chegou à final da Copa do Rei e novamente alcançou a decisão da Copa da Uefa. Na Copa do Rei, a sensação Getafe foi superada e, na Copa UEFA, passou por Steua, Shakhtar, Tottenham, Osasuna e, nas penalidades, o compatriota Espanyol na grande final, com uma sensacional exibição do arqueiro Palop, que deu passe para gol de Daniel Alves e defendeu três cobranças do Espanyol, além de marcar um gol de cabeça frente o Shakhtar.

Nas Supercopas, uma derrota para o Milan por 3x1 na decisão européia e uma vitória contundente sobre o Real Madrid na espanhola, com placares de 1x0 e 5x3, este no Santiago Bernabéu. Assim, em dois anos, o Sevilla conquistou cinco títulos, sendo três europeus.

A Tragédia
O ano de 2007 parecia ser o ano dos sonhos para o Sevilla. Após mais três títulos e a continuação do trabalho sem sofrer baixas, apesar do intenso cortejo do Chelsea por Daniel Alves, o clube participaria da Liga dos Campeões e era um dos favoritos ao título espanhol. No entanto, uma tragédia que comoveu o mundo abalou as estruturas dos Rojiblancos.
Em uma partida contra o Getafe, no Sánchez Pizjuán, o ala Antonio Puerta desmaia em campo. Ele é atendido, e deixa o gramado andando. No vestiário, sofre oito paradas cardíacas e falece dois dias depois. Puerta, aos 22 anos, era um jovem promissor acompanhado de perto por Sir. Alex Ferguson, que o considerava sucessor de Ryan Giggs no Manchester United. Puerta destacou-se ao marcar o gol da vitória, na prorrogação, contra o Schalke na semifinal da Copa Uefa em 2006.

Momento Atual
Apesar do choque inicial, natural a um grupo que sofre tamanho trauma, o Sevilla recuperou suas melhores condições psicológicas após algumas partidas. A campanha na Liga dos Campeões foi excelente, terminando à frente do Arsenal no Grupo H. Antes de conseguir o triunfo, Juande Ramos deixou o clube a assinou com o Tottenham, que lhe ofereceu contrato que o tornou o técnico mais bem remunerado de toda Europa.

No Campeonato Espanhol, os Rojiblancos recuperam-se e ocupam o oitavo lugar, oito pontos abaixo da zona de classificação da Liga dos Campeões e com Luis Fabiano como artilheiro da Liga com 12 gols. Na Copa do Rei, seu adversário será o Barcelona, enquanto terá pela frente o Fenerbahçe pela Liga dos Campeões.

O ano de 2008 pode ser histórico para o Sevilla com a campanha na Liga dos Campeões. Porém, 2007 foi um ano de magias e tristezas, mas que, sobretudo, marcou o Sevilla como uma verdadeira força do futebol atual.

 

  INFORMAÇÕES DO CLUBE





Sevilla Fútbol Club

Apelido: Rojiblancos, Sevillistas
Localização: Sevilla, Espanha
Fundação: 15 de Outubro de 1905
Estádio: Ramón Sánchez Pizjuán
Capacidade: 45,500
Presidente atual: José Maria del Nido
Patrocinador: Cassino 888.com
Internet: Site Oficial